Internação

Mensagem da equipe diretiva aos pacientes e familiares:

Queremos que sua permanência no PAI ZN seja breve e a mais tranquila possível. Desejamos que sua necessidades sejam adequadamente atendidas e que esta instituição lhe forneça um tratamento de excelência em relação ao seu acolhimento e à terapêutica oferecida. Queremos que sua experiência seja de um tratamento humanizado e efetivo.

Esta instituição conta com profissionais dedicados e de diversas especializações na área da assistência e da administração. O objetivo de todos neste serviço é respeitar o bem público e trabalhar de maneira transparente e respeitosa de forma a entregar um atendimento de qualidade ao usuário.

Este serviço pertence aos usuários do SUS e, assim, respeita os princípios de universalidade, integralidade e equidade. Todo usuário será respeitado e terá sua queixa acolhida.

Os usuários podem contar também com o SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário) localizado na sala de espera da Unidade de Emergência em casos de sugestões e reclamações.

A diretoria como um todo estará à disposição para prestar os esclarecimentos e as orientações que forem necessárias.

Prezado Familiar:

O PAI ZN, possui implantado o Programa do Idoso Nº 13781 de 23.10.2009 que possibilita o acompanhamento do paciente idoso internado.

Leia as orientações abaixo, e se tiver dúvidas, teremos o prazer em esclarecê-las.

INSTRUÇÕES AOS ACOMPANHANTES

1 – Será permitida a permanência de um acompanhante, maior de idade, aos idosos maiores de 60 anos (somente uma pessoa) durante 24 horas.

2 – Na prevenção às infecções, todos devem LAVAR AS MÃOS, antes e após cuidar do seu “idoso” e após o uso do banheiro. Encontrarão pias com água, sabão líquido e papel toalha no banheiro do quarto e outros espaços da unidade.

3 – Não cuide de outro paciente, a não ser aquele que você está acompanhando, se necessário chame a equipe de enfermagem.

4 – Converse conosco para obter informações sobre o paciente ou o tratamento que está sendo realizado. Suas observações sobre o paciente são muito importantes. Ao notarem alguma mudança nele, ou se algo os preocupa, fale ao Enfermeiro ou ao Médico, pois sempre será ouvido.

5 – Caso esteja com alguma doença que o paciente possa contrair, como diarreia, resfriado, com dor de garganta, ferida nos lábios, secreção nasal, ou alguma moléstia infecciosa, não venham para a unidade para visitas, pois seu paciente ou outros no mesmo quarto poderão contraí-las. Em caso de dúvida pergunte ao Enfermeiro ou Médico e reiniciem as visitas logo que possível.

6 – O acompanhante deverá permanecer sempre com o crachá de identificação. Não poderá de maneira alguma ceder a outras pessoas. Somente no momento do revezamento o crachá será entregue na recepção de visitas para a pessoa que está revezando. O crachá deverá ser devolvido na ocasião da saída do paciente.

7 – O horário de visita deverá ser respeitado, conforme informativo de visitas orientado no ato da internação do paciente.

8 – O acompanhante terá direito ao café da manhã, almoço e jantar, que será servido no refeitório da unidade.

09 – Não trazer nenhum alimento de casa. Se o paciente necessitar de algo especial, converse com o Nutricionista da Unidade.

10 – É proibido fumar em qualquer dependência da unidade (Lei Estadual nº 13.541 de 7 de maio de 2009).

11 – A unidade é de todos, ajude-nos a mantê-lo limpo e conservado.

12 – Não fornecemos informações de pacientes por telefone.

 

– Atendimento digno, atencioso e respeitoso por parte de todos os profissionais de saúde, sem preconceito de raça, credo, cor, idade, sexo, diagnóstico ou qualquer outra forma de preconceito;

– Ser identificado pelo nome completo e data de nascimento. Não deve ser chamado pelo nome da doença, do agravo à saúde ou de forma genérica ou de quaisquer outras formas impróprias, desrespeitosas ou preconceituosas;

– Receber do colaborador adequado presente no local, auxílio imediato e oportuno para melhoria de seu conforto e bem-estar;

– Identificar o profissional por crachá, preenchido com o nome completo, função e cargo que deverá ser mantido em local de fácil visualização, como parte do uniforme de cada categoria profissional;

– Exigir que todo material utilizado seja rigorosamente esterilizado ou descartável e manipulado, conforme as normas de higiene e prevenção de infecções, expedidas pelos órgãos competentes e contidas no Programa de Controle de Infecção Hospitalar do Ministério da Saúde;

– Informações claras, simples e compreensíveis adaptadas à sua condição cultural a respeito das ações diagnósticas e terapêuticas, o que pode decorrer delas a duração do tratamento;

– Prontuário elaborado de forma legível e de possibilidade de consultá-lo, de acordo com a legislação vigente e as normas estabelecidas pela unidade. O prontuário deve conter a identificação completa do paciente, sua anamnese, exame físico, exames complementares com os respectivos resultados, hipóteses diagnósticas, procedimentos ou tratamentos realizados e a evolução do tratamento e prescrição médica diária, bem como identificação clara de cada profissional prestador do cuidado, de forma organizada, de acordo com os documentos padronizados pela instituição;

– Receber, quando solicitar, toda e qualquer informação sobre os medicamentos que lhe serão administrados;

– Receber as receitas com o nome genérico do medicamento e não o código. As receitas deverão ser digitadas ou ter caligrafia legível, além da assinatura e do carimbo com o número do registro do respectivo conselho profissional;

– À segurança e integridade física, respeitados os recursos e procedimentos de segurança estabelecidos e as instalações da unidade;

– Ser resguardado de seus segredos, por meio da manutenção do sigilo profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública. Os segredos do paciente correspondem a tudo aquilo que, mesmo desconhecido pelo próprio paciente, possa ser acessado pelo profissional da saúde, por meio de informações obtidas no histórico do paciente: exame físico, exames laboratoriais e radiológicos;

– Manter sua privacidade, com atendimento em lugar adequado e conduta profissional que resguarde essa privacidade;

– O paciente menor de idade tem o direito da permanência, em tempo integral, de um dos pais ou responsável durante o tratamento em regime de internação; o nome do pai/mãe ou acompanhante autorizado deverá ser de conhecimento da equipe profissional, sendo registrado em seu prontuário;

– O paciente idoso, com idade igual ou superior a 60 anos, tem direito a atendimento preferencial imediato, respeitadas as situações de urgência/ emergência, sendo-lhe assegurado o direito a acompanhante;

– Respeito a sua crença espiritual e religiosa e de receber ou recusar assistência moral, psicológica, social e religiosa;

– À dignidade e ao respeito, mesmo após a morte. Os familiares ou responsáveis deverão ser avisados imediatamente após o óbito;

– Ser informado sobre todos os direitos acima, sobre as normas e regulamentos da unidade e sobre como se comunicar com as autoridades e lideranças da unidade para obter informações, esclarecimentos de dúvidas e apresentação de reclamações.

O paciente e/ou seu responsável legal tem o dever de fornecer informações precisas, completas e acuradas sobre seu histórico de saúde, doenças prévias, procedimentos médicos anteriores e outros problemas relacionados à sua saúde.

Informar as mudanças inesperadas de seu estado de saúde atual aos profissionais responsáveis pelo seu tratamento.

Buscar o entendimento das ações que estão sendo efetuadas ou propostas, visando à melhora dos agravos a sua saúde, a prevenção das complicações ou sequelas, sua reabilitação e a promoção de sua saúde, fazendo perguntas sempre que tiver dúvidas.

Seguir as instruções recomendadas pela equipe multiprofissional que o assiste;

Respeitar os direitos dos demais pacientes, acompanhantes, colaboradores e prestadores de serviços da instituição. Zelar e solicitar que seus visitantes e acompanhantes também o façam, pelas propriedades da unidade colocadas a sua disposição para seu conforto e tratamento.

Participar de seu plano de tratamento e alta hospitalar ou indicar quem possa fazer.

O paciente tem o dever de atender e respeitar a proibição de fumo nas dependências da unidade, que também é extensiva a seus acompanhantes, conforme a legislação vigente.

Referências legais:

Constituição da República Federativa do Brasil Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406 de 10.01.2002)

Código de Proteção e Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078 de 11.09.1990)

Declaração Universal dos Direitos Humanos Lei Estadual nº 10.241 de 17.03.1999 –

Direitos dos Usuários dos Serviços e das Ações de Saúde do Estado de São Paulo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069 de 13.07.1990)

Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741 de 01.10.2003)

Direito do Idoso (Lei nº 13.781 de 23.10.2009) Secretaria do Estado da Saúde – SP – Direitos do Paciente.